Nesse final de semana, fomos para a cidadezinha de Oswaldo Cruz, 35mil hab, 500km da capital de São Paulo, para prestigiar os noivos do belo casamento que movimentou toda a cidade.
Eu já estou ficando craque de casamentos. Depois de ir em tantos, já aprendi como fazer o meu. Hahaha, só brincadeira. Uma festa como essa que fomos custa fortunas que eu provavelmente acharei um desperdício gastar tanto, mesmo daqui há alguns anos. A segunda razão para banir o assunto é porque, bem, não quero enfartar o meu namorado nos primeiros de seus vinte anos.
Banda de jazz invade o casório e os noivos abrem a pista! Adorei a idéia!
Ponto alto da festa: FOOD. Essa foi a mesa de docinhos, que ataquei como se não houvesse amanhã.
O meu irmão, que foi pagem, junto com a Laura, que vocês podem ver em outros posts (search: Laura).

E como estou lendo o livro da A viúva Clicquot: a história de um império do champagne e da mulher que o construiu, só tomei Prosecco no casório. Champagne? Não. Oh crap. Isso VAI ter no meu casamento, nem que seja só uma festa só para mim e para o respectivo! (e se eu não casar, bem… eu comemoro os meus 30 com a bebida).
Enfim. Barbe-Nicole era um mulher feia, reservada, burguesinha, machista, guerreira, contraditória. Aproveitou a liberdade acarretada pela viuves para revolucionar o mercado de champagne no mundo, porém entregou a administração da empresa para homens.
O livro me dá vontade de visitar as videiras da França, s é r i o.

La Grande Dame e some stranger

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O que mais desejo: Veuve Clicquot Posardin, Sakura Collection.

Um doce, não?
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